O QUADRO E A MENINA

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Muitos anos atrás, na velha cidade de Dusseldorf, vivia um artista chamado Stenburg. Ele havia sido contratado para pintar um quadro sobre a crucificação de Cristo, e era exatamente isso que estava fazendo. Não o fazia por amor a Cristo ou por crer Nele, e sim, por dinheiro e fama.

Em uma bela manhã, Stenburg estava caminhando em uma floresta perto de sua casa quando avistou uma menininha cigana trançando cestos de palha. Stenburg ficou tão impressionado com sua beleza que decidiu contratá-la como modelo para um quadro de uma dançarina espanhola que ele queria pintar. Ele negociou com a pequena Pepita para que ela visitasse seu estúdio três vezes por semana, para posar para ele.

Ela chegou na hora combinada. Seus olhos cresceram de tamanho quando ela viu tudo o que havia à sua volta no estúdio. Ela ficou maravilhada diante de todas as pinturas do famoso artista. A maior delas, intitulada “A Crucificação” chamou sua atenção. Impressionada diante da obra, ela perguntou: “Quem é esse aí?” e “O que estão fazendo com Ele?” “Eles estão crucificando Ele”, foi a resposta impaciente oferecida pelo artista. “Mas…”, insistiu a menininha, “quem são esses homens com cara de malvados?”

“Ouça bem”, disse o artista, “eu sou um homem muito ocupado e não posso ficar conversando. Você não precisa fazer nada, só ficar de pé e fazer o que eu te digo”. A menina prometeu não abrir mais a boca, mas mesmo assim continuou a observar, maravilhada, o quadro que prendeu sua atenção. Toda vez que ela visitava o estúdio, sua fascinação por aquela pintura só aumentava. Até que um dia ela tomou coragem e resolveu fazer outra pergunta, pois queria muito aprender mais sobre o significado da obra. “Por que crucificaram Ele? Ele era um homem mau, muito mau?” “Não”, respondeu o artista, “Ele era um homem muito bom”. Isso foi tudo o que ela aprendeu naquele dia, mas o suficiente para aumentar um pouquinho o seu conhecimento a respeito da cena terrível que se passava naquela tela. Um certo dia, ao ver que ela estava realmente muito curiosa para saber mais sobre o seu trabalho, Stenburg disse: “Ouça, eu vou te dizer apenas uma vez. Depois disso, não quero mais saber de perguntas”. Ele contou-lhe a história da Cruz - uma história completamente nova para Pepita, mas tão antiga para o artista que já havia deixado de comovê-lo. Ele era capaz de retratar a agonia da morte sem que isso sequer abalasse seus nervos. Já ela, agora, não. O mero pensamento foi capaz de fazer doer o coração da pequena Pepita. Não demorou muito para que seus olhos se enchessem de lágrimas, a ponto de ela não conseguir controlar suas emoções.

Na última visita de Pepita ao estúdio, ela ficou parada diante da grande pintura, como se estivesse odiando a ideia de ter que abandoná-la. “Venha aqui”, disse o artista, “aqui está o seu dinheiro e um pedaço de ouro”. “Obrigada, senhor”, ela respondeu. E então, virando-se em direção ao quadro pela última vez, disse: “Você deve amar muito Ele por tudo o que Ele fez por você”. Stenburg ficou sem palavras. Com o coração triste, Pepita voltou para o seu povo. Suas palavras, no entanto, permaneceram com Stenburg, como uma flecha fincada no peito. O Espírito de Deus enviou as palavras da menininha direto para o coração do artista. Ele simplesmente não conseguia esquecê-las. “Tudo o que Ele fez por você”, continuava a sussurrar em seus ouvidos. Seu comportamento mudou. Ele ficou inquieto e triste. Ele sabia que não amava Aquele que foi crucificado.

Passado algum tempo após esse dia, Stenburg se deu conta de que ele era um pecador, e que foi por amor aos pecadores que o Salvador estava suspenso naquela Cruz, carregando seus pecados, e que “tudo o que Ele fez” havia sido para ele, tal qual tinha dito a menininha. Assim, Deus guiou o artista para o conhecimento da salvação pela fé e o ensinou a dizer: “Ele me amou e se entregou a si mesmo por mim”.

Agora, o artista queria que os outros soubessem daquele maravilhoso amor. No entanto, perguntava-se: Como fazer isso? De repente, caiu a ficha. Ele poderia pintar. Seu pincel poderia retratar o amor de Cristo, e ele pintaria como jamais havia pintado antes. A obra foi colocada junto de outras pinturas, na famosa galeria de Dusseldorf. No letreiro abaixo do quadro, ele escreveu as seguintes palavras: “Tudo isto Eu fiz por ti. O que fizeste tu por Mim?”

Um dia Stenburg viu a pequena Pepita chorando baixinho enquanto observava a pintura. “Ó, Mestre! Se ao menos Ele tivesse me amado assim!”, disse, e voltou a chorar. O artista contou-lhe então que Ele havia morrido por ela também e não só pelos ricos e nobres. Stenburg não estava mais sem paciência para suas perguntas e respondia todas as suas dúvidas. Ele estava ansioso para contar-lhe tudo o que ela queria saber a respeito do amor de Cristo. Finalmente, ao testemunhar aquelas palavras verdadeiras, a pequena Pepita confiou em Jesus Cristo como seu Salvador. Pepita era agora mais uma pecadora salva, desfrutando desse amor maravilhoso (Mateus 27).

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Editora A VERDADE
Pacote 200 unidades
Páginas 4
Dimensões 15x10.5cm
Papel FOLHETO COUCHÊ 90gms
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